Toxina botulínica

A toxina botulínica tipo A, mais conhecida como Botox, é uma neurotoxina que bloqueia a ação de neurotransmissores e leva à paralisia do músculo nos locais aplicados, apresentando ótimos resultados a curto prazo.

O procedimento é indicado para pacientes que buscam rejuvenescimento facial, mas não querem se submeter a um procedimento cirúrgico maior.

  • Aplicação

A toxina pode ser aplicada em qualquer grupo muscular da face que apresente rugas, especialmente na testa, na região entre as sobrancelhas, na região periocular (pés de galinha), ao redor dos lábios (código de barra) e na região cervical.

A aplicação não requer anestesia, porém o paciente deve ficar atento a alguns sintomas, como cefaleia, pequena dor e equimoses nos locais da injeção nos primeiros dias.

  • Contraindicações

O uso da toxina botulínica é contraindicado em gestantes, lactantes, pacientes com doenças neuromusculares, imunodeprimidos, alérgicos a algum dos componentes da droga e pacientes com algum processo infeccioso ativo na face.

  • Resultado definitivo

Os efeitos da toxina começam a aparecer nos locais aplicados por volta do 2º ou 3º dia após a aplicação e duram cerca de 4 a 6 meses.

 

Tratamento para Hiperidrose (Suor excessivo)

A transpiração é um mecanismo que promove o controle da temperatura do corpo. Por isso, é comum transpirarmos mais quando somos expostos a temperaturas elevadas, estamos com febre, nervosos, envergonhados ou com medo.

A sudorese excessiva ou hiperidrose consiste na produção excessiva de suor, decorrente de hiperatividade das glândulas sudoríparas. Essa situação independe dos processos de regulação da temperatura corporal e normalmente é acentuada por ansiedade ou estresse.

A hiperidrose pode ser decorrente de algumas doenças, como alterações hormonais, e do uso de alguns tipos de medicações. Porém, na maior parte dos casos ela é primária, ou seja, não é causada por uma doença de base. A hiperidrose pode ser generalizada, quando acomete todo o corpo, e focal ou localizada, quando ocorre em locais como axilas, mãos e pés.

A sudorese excessiva pode prejudicar a qualidade de vida das pessoas afetadas, levando a desconforto físico e comprometimento das atividades pessoais e profissionais. Exemplo disso são alguns indivíduos que relatam que devido à sudorese excessiva precisam trocar de roupas várias vezes por dia e carregam consigo toalhas, lenços ou antitranspirantes para ajudá-los no controle do problema.

A avaliação médica é essencial para a correta identificação da doença e introdução do tratamento adequado, o que pode diminuir o desconforto físico e emocional decorrente da hiperidrose.

Segundo a Sociedade Internacional de Hiperidrose, cerca de 3% da população mundial sofre com esse distúrbio. Porém, existem algumas opções terapêuticas para o tratamento da hiperidrose localizada, que variam de acordo com o local afetado, a intensidade do problema, o grau de acometimento da qualidade de vida entre outros fatores. As possibilidades de tratamento vão de terapia tópica até cirurgia.

As medidas não cirúrgicas incluem o uso de antitranspirantes, medicações orais (tomadas pela boca) e aplicação de toxina botulínica.

  • Aplicação

O tratamento mais estudado para a hiperidrose localizada é a aplicação da toxina botulínica tipo A, um medicamento mundialmente reconhecido e aprovado para fins terapêuticos e estéticos. No Brasil, seu uso foi aprovado há mais de 10 anos para indicação estética.

A aplicação da toxina botulínica pode ser feita em consultório, sem necessidade de internação, através de injeções nos locais afetados. Geralmente, utiliza-se a anestesia tópica (em creme) ou regional para maior conforto do paciente.

Em síntese, é um tratamento simples, eficaz, rápido e preciso que melhora a qualidade de vida do paciente.

  • Resultado e cuidados

O efeito da toxina é percebido nos dias que seguem a injeção. A redução do suor pode chegar até 99,4% no primeiro mês e os efeitos podem durar até um ano.

Não há cuidados especiais após o uso da toxina, mas recomenda-se que o paciente evite ambientes muito quentes e a prática de exercícios físicos nas primeiras 48 horas.

Os efeitos colaterais são raros e transitórios, relacionados principalmente a hematomas, dores locais leves e vermelhidão local, dependendo da área tratada.

Grávidas, mulheres em fase de amamentação e portadores de doenças neuromusculares não devem ser submetidas a esse tratamento.

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